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Sensor de Ocupação de Leito

Sensor de ocupação de leito detecta peso, pressão, vibração respiratória ou variação capacitiva para indicar se uma pessoa está deitada. Em automação residencial, permite cenas noturnas, cuidado assistivo e alertas sem câmera. Pode usar manta piezoelétrica, célula de carga ou sensor de pressão. A calibração é sensível a colchão, base e peso do ocupante.


📖Definição aprofundada

Sensor de Ocupação de Leito é um sensor de presença aplicado ao leito usado para detectar pessoa deitada ou ausente sem usar imagem, áudio ou GPS. Em projetos de casa inteligente, ele aparece quando rotinas noturnas precisam saber se alguém está na cama mesmo parado. A especificação prática envolve pressão, célula de carga, piezoelétrico ou capacitância sob colchão; a comunicação costuma usar Zigbee, Wi-Fi, BLE, cabo analógico ou entrada do controlador. A instalação deve prever calibração por colchão, lado da cama e peso esperado do ocupante. Em comparação com sensor PIR ou mmWave no teto, entrega detecta presença imóvel e preserva privacidade visual. A ressalva técnica é objetiva: animais, malas e troca de colchão podem alterar o estado. Por isso, o dispositivo deve ser tratado como parte da arquitetura física da casa, não apenas como acessório de aplicativo.

⚙ Definição Técnica
Dispositivo que detecta ocupação por pressão, peso, vibração ou capacitância. Reporta ocupado, livre ou valor analógico para um controlador de automação.
🏗Arquitetura
  • A
    Pressão
    Mantas pneumáticas ou resistivas detectam carga distribuída sob o colchão.
  • B
    Célula de carga
    Mede peso nos apoios da cama e pode separar lados.
  • C
    Piezoelétrico
    Capta microvibrações de movimento e respiração.
  • D
    Comunicação
    Pode ser cabeado, Zigbee, Wi-Fi ou BLE, conforme instalação.
  • E
    Zonas
    Camas de casal podem usar dois sensores independentes.
Considerações Técnicas
  • A
    Calibração
    Troca de colchão ou base exige novo ajuste de limiar.
  • B
    Privacidade
    Dados de sono são sensíveis e devem ficar locais quando possível.
  • C
    Falsos positivos
    Pet ou objeto pesado pode simular ocupação.
  • D
    Uso assistivo
    Alertas apoiam cuidado, mas não substituem monitoramento médico.