RFID
ISO/IEC 18000 organiza interfaces RFID em diferentes faixas, enquanto ISO/IEC 14443 cobre cartões de proximidade usados em acesso. A família RFID identifica objetos ou credenciais por etiquetas passivas, semipassivas ou ativas, operando de LF a UHF. Popularizada comercialmente desde os anos 1990, oferece leitura sem contato e baixo custo por tag. Em troca, alcance, segurança e desempenho variam muito por frequência; “RFID” sozinho não garante interoperabilidade entre leitores e cartões.
RFID é uma família de sistemas de identificação automática composta por leitor, antena, protocolo de comunicação e etiqueta eletrônica. A etiqueta contém um identificador e, conforme a tecnologia, memória adicional; pode ser passiva, usando a energia emitida pelo leitor, semipassiva, com bateria apenas para o circuito interno, ou ativa, transmitindo com fonte própria. As aplicações residenciais incluem credenciais de acesso, identificação de objetos, inventário, rastreamento de animais e automações acionadas por presença de uma tag. LF, HF/NFC e UHF apresentam comportamentos distintos de alcance, velocidade e sensibilidade a materiais. Uma credencial simples de 125 kHz, por exemplo, pode ser facilmente clonável, enquanto cartões criptográficos HF oferecem mecanismos de autenticação mais robustos. A escolha deve considerar frequência, padrão, segurança e ambiente físico.
- Baixo custo por etiqueta em grandes volumes
- Leitura sem contato e sem linha óptica direta
- Opções passivas sem bateria para longa vida útil
- Diversidade de formatos para cartões, chaveiros, adesivos e encapsulados
- Protocolos e frequências diferentes não são automaticamente compatíveis
- Credenciais simples podem ser copiadas ou emuladas
- Metal, água e orientação da antena alteram alcance e confiabilidade
- Leitura UHF involuntária exige controles de privacidade e zona