Fechadura Elétrica de Lingueta
Normas de ferragens e segurança definem requisitos mecânicos e de resistência para fechaduras elétricas de lingueta. O dispositivo usa solenóide, motor ou mecanismo eletromecânico para retrair ou projetar o ferrolho, normalmente em 12 ou 24 V. Pode ser fail-safe ou fail-secure conforme o projeto. A implantação exige alinhamento preciso, fonte dimensionada e interface com controle de acesso; atrito excessivo ou porta empenada pode impedir o destravamento mesmo com comando correto.
A fechadura elétrica de lingueta utiliza um pino ou ferrolho móvel para prender a folha ao batente. O acionamento pode ser feito por solenóide, motor ou mecanismo híbrido, comandado por controlador de acesso, interfone, relé ou sistema de automação. Modelos para portas de vidro, madeira ou metal variam em geometria, tensão, corrente e modo de falha. Em configurações fail-secure, a porta permanece travada sem energia; em fail-safe, libera o acesso quando a alimentação é perdida. Alguns equipamentos incluem sensor de porta, contato de posição da lingueta e temporização automática. A confiabilidade depende fortemente do alinhamento mecânico: pressão lateral, empenamento ou folga inadequada podem impedir o movimento. A alimentação deve suportar a corrente de pico sem queda excessiva.
- ALingueta móvelElemento metálico que entra no contra-testa e realiza o travamento.
- BAtuador eletromecânicoSolenóide ou motor desloca a lingueta durante o comando.
- CSensores internosContatos opcionais informam porta fechada e posição do ferrolho.
- DCircuito de temporizaçãoControla atraso de travamento e duração do pulso em modelos eletrônicos.
- AAlinhamentoA lingueta precisa entrar livremente no alojamento sem esforço lateral.
- BCorrente de picoA fonte deve suportar o acionamento simultâneo com outros dispositivos.
- CModo de falhaFail-safe e fail-secure têm impactos distintos em segurança e evacuação.
- DControle de acessoRelés, botoeiras e sensores devem ser integrados sem comprometer rotas de saída.