Documentos da Connectivity Standards Alliance descrevem o Zigbee como solução completa de IoT, de rede mesh à linguagem de interoperabilidade. Dentro dessa família, as versões não são enfeite de ficha técnica.
O contexto é a casa cheia de sensores antigos e novos. O evento é a compra de um hub Zigbee 3.0. A reação comum é achar que tudo vira moderno automaticamente. A implicação real é mais chata: Zigbee 1.2, Zigbee 3.0 e Green Power podem conviver, mas não entregam sempre o mesmo comportamento.
Zigbee 1.2#
É o legado que ainda aparece em muita lâmpada e sensor. Funciona, mas depende mais de hub e integração bem testados.
Zigbee 3.0#
É a referência para compra nova. A plataforma buscou unificar perfis e reduzir a salada de compatibilidade dos primeiros anos.
Zigbee Green Power#
Green Power é para consumo ultra baixo. A CSA fala em energy harvesting e manutenção quase zero, útil em botões e sensores de baixíssima energia.
OTA e recursos variam#
Atualização OTA, medição de energia, roteamento e clusters dependem do dispositivo, hub e implementação.
Versão não salva malha ruim#
Zigbee 3.0 em sensor distante continua ruim se a casa não tem roteadores alimentados.
Na compra nova, procure Zigbee 3.0. Na casa real, respeite o legado e fortaleça a malha.
