Guia de Compra

Integração de fechaduras eletroímãs em portas de vidro.

Eletroímã em porta de vidro exige suporte correto, fonte com bateria, botoeira, saída segura e respeito à rota de fuga. Não é relé improvisado.

Entrada de escritório com vidro e portas, representando controle de acesso com eletroímã

Faixas de preço

Interno simples

R$ 250 a R$ 700

Porta de vidro interna com baixo fluxo.

  • Eletroímã 150 kgf
  • Suporte U/ZL
  • Botoeira
Recomendado

Controle de acesso residencial

R$ 700 a R$ 1.800

Entrada de área social, escritório doméstico ou portaria pequena.

  • Fonte com bateria
  • Leitor/teclado
  • Sensor de porta

Profissional

Acima de R$ 1.800

Clínica, escritório, condomínio ou rota com exigência técnica.

  • Controladora dedicada
  • Botoeira de emergência
  • Projeto técnico

Eletroímã segura porque destrava. O paradoxo é esse: em falta de energia, a porta deve liberar. Para segurança patrimonial, isso assusta. Para segurança de pessoas, isso salva.

Porta de vidro não aceita improviso. O suporte errado trinca, desalinha, vibra e tira força do conjunto. Fechaduras eletroímãs vendidas no Brasil aparecem com 150 kgf, 300 kgf e kits de fixação para vidro, madeira, metal ou porta deslizante. O manual da Intelbras para kits de porta de vidro cita fechadura de 150 kgf e suportes em aço inox 304 em aplicações específicas.

Porta de vidro pede kit de fixação próprio#

Não fure vidro temperado depois de pronto. Use suporte U, ZL, dupla face ou kit compatível com espessura e tipo de porta. Se a porta é deslizante, pivotante ou abre para fora, o suporte muda. Esse detalhe decide força real de retenção.

Fonte com bateria não é opcional em segurança#

A própria Intelbras orienta, em guia de fechadura eletroímã, que na falta de energia a porta destrava e que se use fonte carregadora com bateria e saída dedicada. Isso não é frescura: sem bateria, microqueda vira porta liberada. Com bateria, você ganha tempo e controle.

Botoeira e saída de emergência vêm antes do app#

Porta com eletroímã precisa de botoeira, liberação por controle de acesso e rota de fuga clara. Se há circulação pública, escritório, clínica ou condomínio, consulte norma, AVCB e responsável técnico. Não sei o cenário da sua porta; sei que app não pode ser a única forma de sair.

Controle de acesso deve comandar pulso, não gambiarra#

Use controladora, leitor, teclado ou relé de contato seco dimensionado. A fechadura deve ter fonte própria. Não alimente eletroímã direto por módulo de automação doméstica genérico sem calcular corrente e sem proteção. Automação residencial não é central de acesso por decreto.

Sensor de porta melhora diagnóstico#

Adicione sensor magnético para saber se a porta fechou de fato. Eletroímã energizado em porta entreaberta não protege. Registro de abertura, porta aberta por tempo e falha de fechamento valem mais que notificação “fechadura acionada” sem contexto.

Eletroímã em vidro é ótimo quando tratado como sistema: suporte, fonte, bateria, botoeira, sensor e rota de fuga. Tratado como relé no vidro, vira risco caro.

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