Antes, integrar sistemas era mandar um comando e torcer. Agora, API, webhooks e polling definem quem fala, quando fala e quem escuta.
A primeira dúvida é o que a API deixa fazer. A segunda é como saber que algo aconteceu. A terceira é quanto tempo você aceita esperar. Um dado contextualizado: se o polling roda a cada 60 segundos, um sensor pode demorar até 1 minuto para aparecer no painel; para clima, tudo bem. Para porta aberta, é ruim.
API#
API é o cardápio técnico. Ela diz se você pode ligar, desligar, consultar temperatura, mudar cena ou ler bateria.
Webhook#
Webhook é o serviço batendo na sua porta quando há evento. Plataformas de pagamento e automação usam esse modelo porque economiza chamadas e aproxima o tempo real.
Polling#
Polling é perguntar de tempos em tempos. Simples, robusto e meio bruto. Em escala grande, gera chamadas desnecessárias.
Idempotência#
Se o mesmo webhook chega duas vezes, a automação não pode abrir o portão duas vezes. Idempotência é tratar repetição como uma só ação.
Integração boa não é a que fala mais. É a que fala na hora certa, com o mínimo de ruído.
